Projeção Astral

O que é Projeção Astral?

“A noite bela cai…
E eu dentro dela,
Vou a lugares distantes,
Pessoas que nunca vi.
Aqui estou,
pronto para Servir…”
À noite, quando nosso corpo físico se prepara para recarregar-se de energia através do sono, nosso corpo astral começa a vibrar para se deslocar no campo astral. A este fenômeno, a ciência oculta chama de Projeção Astral, se caracteriza através dos sonhos ou pesadelos, que são as lembranças das vivências ocorridas nos níveis em que nossa consciência desperta naquele plano.

Se tivermos uma vida regrada ao longo do dia e vibramos boas emoções teremos os chamados sonhos. Mas se comermos alimentos pesados e vibramos emoções negativas, ou simplesmente negligenciarmos os pontos de equilíbrio, então, ocorrerão os pesadelos, que nada mais são que criaturas do plano astral que se alimentam das angústias, de tristezas, ou de outras vibrações que emitimos quando nos encontramos dentro das ilusões criadas por eles. A chamada fuga de alguém que nos persegue através de um lugar desconhecido, mas não sabemos quem, ou porque fugimos e apenas fugimos, por exemplo, é um dos exemplos clássicos do vampirismo indireto. Na realidade, este sonho é uma farsa, porque não há nada de ameaçador nos perseguindo, apenas o nosso próprio medo. Trata-se de um exemplo comum de desdobramento inconsciente que ocorre com a maioria das pessoas por não terem consciência do seu corpo astral.

Existem também os desdobramentos conscientes que podem ser involuntários, voluntários ou artificiais. O desdobramento consciente involuntário está ligado ao campo emocional. Se possuirmos, por exemplo, um elo afetivo com uma pessoa, mesmo estando acordado, nosso corpo astral pode sair e “ver” se a pessoa está bem ou não, mas neste caso não há controle do desdobramento.

No desdobramento consciente voluntário, a projeção ocorre tranqüila, já que a pessoa possui plena consciência do plano astral e de seu corpo, e com os conhecimentos de defesa psíquica ela pode se defender de eventuais ataques das formas que habitam esse plano. Afinal o Astral não é morada somente dos humanos desencarnados e os de passagem. É assim que muitas vezes a Hierarquia faz contato.
Já o desdobramento artificial ocorre através das drogas, o que ocasiona uma projeção forçada no plano astral sem preparo preliminar. Por isto os relatos coincidentes de visões de flores, seres ameaçadores, criaturas plácidas ou agressivas. Este método, o de uso de drogas alucinógenas, só é válida, quando é ritualístico.
Mas ele só ocorre em meio às Tradições Xamânicas, e assim mesmo com um sério objetivo, e tão somente por iniciados, Para tanto, é necessário que estes iniciados tenham passado por anos de disciplina e aprendizado, e mesmo assim estão a obedecer a ritos raros e em datas especiais, e sempre sob a supervisão de um instrutor abalizado.
O estado de coma também proporciona uma Projeção Astral involuntária, que acarreta um aprendizado da condição de vida após a morte, e da existência de seus corpos.
Os verdadeiros motivos desse estágio intermediário muitas vezes são determinados pelos Mestres para que haja um avanço de consciência para um trabalho na vida física, se o indivíduo vier a despertar do estado de coma, ou na próxima encarnação em caso contrário.

A meta prevista de nossa raça raiz, a Quinta, é controlar o corpo astral através do amor compassivo e fraterno, ou seja, deslocar o elo com Chacra umbilical para o Chacra cardíaco, o que já deveria ter ocorrido no final da Quarta raça raiz, a raça Atlante, onde o mau uso do corpo astral foi uma das causas de sua queda. Por causa desta quebra no plano, a Fraternidade Branca possui uma grande dificuldade de se comunicar com aqueles que buscam o caminho da auto – realização e do Mestrado.

Aqueles que procuram estes ensinamentos devem buscá-las com pessoas sérias e que pesquisam as origens e potencialidades do ser humano, e principalmente esteja preparado para o caso de recusa de retorno, como o que aconteceu em uma regressão sob minha responsabilidade em que a pessoa precisou fazer uma projeção astral conduzida, para fins de complementar sua regressão, um caso não muito comum, mas também não raro, e quando de sua busca encontrou um lugar que se enquadrava com suas aspirações, deste modo se recusava a retornar a seu corpo físico, o que foi necessário usar de uma técnica de persuasão para concluir a pesquisa.

As técnicas de projeção devem ser usadas também para cura de medos traumáticos, insônia, pesadelos e etc…

Na realidade é uma terapia de cura não só a nível emocional, como físico, na recuperação de energia vampirizada, que, aliás, pode ser de um ser do astral ou do plano físico, apesar de serem poucas as pessoas que conseguem realizar este tipo de vampirismo, e mental como eram aplicados pelos Colégios Druidas.
Recentemente em uma palestra uma pessoa perguntou o porquê de não se lembrar de seus sonhos, a explicação pelo Druidismo é que existem dois casos: as que já possuem um corpo astral apto, mas com a evolução em andamento para um contato com os Mestres, assim durante o sono são recrutados para aliviar o karma da dor nos orfanatos, campos de refugiados, hospitais, asilos, e todos aos quais pediram, assim ao retornar suas memórias astrais são apagadas e acordam sem recordar os horrores pelos quais passam nossos irmão nesta passagem terrena. No segundo caso o corpo astral ainda não possui condições de se afastar muito de seu corpo físico e por isso não possui qualquer registro de ação.
No primeiro caso está uma das explicações da memória de lugares que passamos pela primeira vez e achamos que já estivermos naquele local.
No segundo caso o corpo astral ainda não possui condições de se afastar muito de seu corpo físico e por isso não possui qualquer registro de ação.
A projeção astral possui como vimos ao longo dessa reportagem uma função clara e específica, e não um programa fútil para aqueles que não acreditam em seu potencial.

Publicado no Jornal Ganesha Out de 2008
(Prof Flavio Lins)

A Caixa de Pandora





A maior dificuldade de relatar um mito não está em traduzir as suas múltiplas conexões e desdobramentos, mas em resolver onde parar, onde recortar este mito do todo da mitologia… Por isso, a história de Pandora começa antes da própria Pandora.

Desde que Zeus (Júpiter) e seus irmãos (a geração dos deuses olímpicos) começaram a disputar o poder com a geração dos Titãs, Prometeu era visto como inimigo e seus amigos mortais como ameaça. Sendo assim, para castigar os mortais, Zeus privou o homem do fogo, simbolicamente, da luz na alma, da inteligência… Prometeu, “amigo dos homens”, roubou uma centelha do fogo celeste e a trouxe à terra, reanimando os homens.
Ao descobrir o roubo, Zeus decidiu punir tanto o ladrão quanto os beneficiados. Prometeu foi acorrentado a uma coluna e uma águia devorava seu fígado durante o dia, o qual voltava a crescer à noite.
Para castigar o homem, Zeus ordenou a Hefesto (Vulcano) que modelasse uma mulher semelhante às deusas imortais e que tivesse vários dons. Atená (Minerva) ensinou-lhe a arte da tecelagem, Afrodite (Vênus) deu-lha a beleza e o desejo indomável, Hermes (Mercúrio) encheu-lhe o coração de artimanhas, imprudência, ardis, fingimento e cinismo, as Graças embelezaram-na com lindíssimos colares de ouro… Zeus enviou Pandora como presente a Epimeteu, o qual, esquecendo-se da recomendação de Prometeu, seu irmão, de que nunca recebesse um presente de Zeus, o aceitou. Quando Pandora, por curiosidade, abriu uma caixa que trouxera do Olimpo como presente de casamento ao marido, dela fugiram todas as calamidades e desgraças que até hoje atormentam os homens. Pandora ainda tentou fechar a caixa, mas era tarde demais: ela estava vazia, com a exceção da “esperança” que permaneceu presa junto à borda da caixa. Assim, sejam quais forem os males que nos ameacem, a esperança não nos deixa inteiramente; ela nos prende os pés, nos tornando cordeirinho manso para o abate. Esperança é a pior maldição da caixa, pq é a última q morre. Quem tem esperança morre primeiro, sentado com o coração cheio de esperança e poucas vitórias.

Pandora é a deusa da ressurreição. Ela por não nascer como a divindade é conhecida como uma semi-deusa. Pandora era uma humana ligada a Hades. Sua ambição em se tornar a deusa do Olimpo e esposa de Zeus fez com que ela abrisse a ânfora divina. Zeus para castiga-la tirou a sua vida. Hades com interesse nas ambições de Pandora, procurou as pacas (dominadoras do tempo) e pediu para que o tempo voltasse, sem permissão de Zeus elas não puderam fazer nada. Hades convenceu o irmão a ressuscitar Pandora, devido os argumentos do irmão Zeus a ressuscitou dando a divindade que ela sempre desejava.
Assim Pandora se tornou a deusa da ressurreição. Para um espírito ressuscitar Pandora entrega-lhe uma tarefa, se o espírito cumprir ele é ressuscitado. Pandora com ódio de Zeus por ele ter a tornado uma deusa sem importância, entrega aos espíritos somente tarefas impossíveis. Assim nenhum espírito conseguiu e nem conseguirá ressuscitar.


Calendário Lunar

Não se trata de um calendário lunar. Na verdade ele é um calendário galáctico-solar-lunar.
Os calendários lunares são relativos ao ciclo da Lua, que se formam de duas partes distintas: uma é o ciclo sinoidal (de Lua Nova a Lua Nova) de 29,5
dias (no qual se baseia a maior parte dos calendários lunares), e a outra é o ciclo sideral (medido a cada passagem da lua pelo mesmo ponto do céu) e que tem a duração de 27,33 dias.

Dado que nenhum destes ciclos serve para medir com precisão o ciclo solar de 365 dias (um ano de 12 revoluções sinódicas são só 354 dias), o número de 28 dias é usado como média entre os dois ciclos lunares descritos.

Treze meses de 28 dias cada é igual a 364 dias; com um dia mais, fora-do-tempo, dá 365 dias.
Desta feita, as treze “luas” do calendário não se contam a partir da Lua Nova, como acontece nos calendários lunares comuns, mas o uso de um padrão de 28 dias sincroniza-nos com as revoluções da Lua.

Enquanto que o número 12 representa o círculo, 13 representa a espiral contínua.

Enquanto que o 12 representa a estagnação que a si mesma se perpetua – a mais alta complexificação da forma material – 13 representa circulação, a força da transcendência e do ir além. Treze tem o significado de ratio cósmico do Tempo como força do movimento universal.

Até nos nossos corpos são as nossas 13 articulações (os 2 tornozelos, os 2 joelhos, as 2 ancas, os 2 pulsos, os 2 cotovelos, os 2 ombros e o pescoço) que nos proporcionam a faculdade do movimento.

Transformado em tabú devido à sua associação com as 13 luas e os 13 ciclos anuais da fertilidade na mulher, o número 13 veio a ser considerado azarento, associado mesmo à bruxaria e à feitiçaria.

O 13 representa, na verdade, o estado de interrelacionabilidade, a presença que unifica os movimentos da vida como uma orquestra mágica.

O 13 patenteia-se nas carapaças das tartarugas – 13 luas em movimento que reflectem os 13 tons da criação – o movimento da galáxia, a espiral que se vai transmutando em formas biológicas de vida.

O calendário de 13 luas de 28 dias tem estado em uso ao longo dos últimos 5000 anos.
Das contagens dos Inka à dos Druidas, dos Egípcios, dos Essénios, dos Maia, dos Polinésios; o calendário de 13 luas foi usado ao longo da pré-história como padrão de harmonia.