Magia com a Lua Cheia ou com a Lua Crescente para fechar os Chakras



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Encanto de Lua

Esta magia serve para quando estamos com algum ou vários Chakras “abertos”; o sintoma disto é cansaço desmedido, acompanhado de dores musculares, sem razão aparente.

Isto acontece porque ao estar “aberto” um ou mais Chakras, perdemos uma quantidade muito grande de energia, o que se traduz pelo cansaço, e as dores musculares se devem à falta de açúcar nos músculos (energia); mas não adianta comer coisas doces ou bebidas com glicose, pois isso seria uma solução muito passageira.

Se estivermos doentes não se deve realizar esta magia, pois nesse caso, algum ou vários Chakras estão bloqueados, e somente aumentaríamos o problema.

  • Precisaremos:

– Uma vela prateada

– Uma vela preta

– Grãos de sal

– Meio litro de água


~> Deixar tudo por separado à Luz da Lua, que deverá estar Cheia ou Crescente.
~> As 4 da manha recolher tudo antes que pegue a Luz do Sol.
~> Colocar a água para esquentar e depois submergir a vela prata nela, para amolecer um pouco a superfície, e enterrar nela tantos grãos quantos Chakras precise fechar.
~> Colocam-se as pedras de sal nos lugares que corresponderiam aos Chakras, mais ou menos nos mesmos pontos do corpo humano, pois a vela prateada é a representação de nosso corpo físico.
~> Enquanto coloca os grãos na vela prateada, recitar 3 vezes o seguinte encanto, que as Bruxas Ancestrais me ensinaram:

~> A seguir amolecer a vela preta e enterrar nela a mesma quantidade de grãos de sal, e nos mesmo lugares em que se colocou na vela prateada.

~> Enquanto coloca os grãos na vela preta, recitar 3 vezes o seguinte encanto, semelhante ao outro, porém troca a palavra “prata” pelo sanscrito Akasha:


Se usam as duas velas, uma prateada e outra preta, para fechar o Chakra tanto no plano físico quanto no plano espiritual.
-Depois acender as velas, no Altar e deixar queimar até o final.
– Os restos jogam-se num lugar verde, onde haja plantas, pode ser no mato ou num bosque.
– O sal e a água restante se colocam na terra, não no verde.
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Observação: esta magia não bloqueia os Chakras, somente estanca a perda de energia, mas eles permanecem ativos.
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Magia do Pó da Prosperidade

Pó da Prosperidade

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Para atrair energia de prosperidade em sua vida, você pode usar de várias maneiras este pó. Passe em suas velas de magia, ou espalhe no seu altar.
Você pode espalhar na bolsa, na carteira, em imagens de santos, em cômodos da casa ou empresa, enfim, onde você gostaria que tivesse a energia da prosperidade.
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Para a magia você vai precisar de:
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Uma vasilha para misturar os ingredientes,
Uma colher de sopa de gengibre em pó,
Uma colher de chá de menta desidratada,
Meia xícara de maisena,
Um saquinho ou frasco limpo, para guardar seu pó mágico.
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Enquanto você mistura os ingredientes com as mãos, visualize as coisas que você quer que melhore, prospere ou aumente.
Visualize os detalhes, veja você satisfeito(a) com sua vida financeira, etc…
Continue mexendo a mistura, e diga este encantamento:

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“Dinheiro, riqueza, fortuna,
Fluam para mim,
Eu comando agora este pó,
Para que ele traga o que preciso,
Ao meu comando,
Por um método justo,
Pela magia do bem,
Sem prejudicar ninguém,
Que o Universo me traga prosperidade,
Que minha vida tenha tesouros,
Com chegada e sem partida!
Que assim seja!”


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Agora imponha suas mãos sobre a vasilha, e energize seu pó, mentalizando uma luz branca saindo da terra, subindo por seu corpo e saindo pelas suas mãos em direção ao pó.
Quando terminar, coloque o pó mágico no saquinho ou frasco, e não se esqueça de etiquetar a data, o que é e a Lua.
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Use este pó sempre que precisar de vibrações de prosperidade.
E quando usar, repita o encantamento!
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Desejo à ti, bons feitiços!!!
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Beltane

  • Data: 01 de maio
  • Nomes alternativos: Véspera de Maio, Rudemas, Giamonios
  • Cor: vermelho, branco e principalmente o verde
  • Símbolos: cestas, flores, MaypolleDeuses: das flores, fertilidade e sexualidade
  • Pedras preciosas sagradas: esmeralda, cornalina laranja, safira, quartzo rosa, topázio.
  • Alimentos: salada de ervas, bolo de cereais
  • Bebidas: vinho tinto, suco de uva e laranja
  • Frutas: todas as de cor vermelha e verde
  • Incenso: olíbano, rosa e jasmim.
  • Cores das velas: vermelho e verde escuro.
  • Ervas ritualísticas tradicionais: amêndoa, angélica, freixo, campainha, cinco-folhas, margarida, olíbano, espinheiro, hera, lilás, malmequer, barba-de-bode, prímula, rosas, raiz satyrion, aspérula e primaveras amarelas.

Também conhecido como Dia 1o de Maio, Dia da Cruz, Rudemas e Walpurgisnacht, o Sabbat Beltane é derivado do antigo Festival Druida do Fogo, que celebrava a união da Deusa ao seu consorte, o Deus, sendo também um festival de fertilidade. Na Religião Antiga, a palavra “fertilidade” significa o desejo de produzir mais nas fazendas e nos campos e não a atividade erótica por si só.
Beltane celebra também o retorno do sol (ou Deus Sol), e é um dos poucos festivais pagãos que sobreviveu da época pré-cristã até hoje e, em sua maior parte, na forma original. é baseado na Floralia, um antigo festival romano dedicado a Flora, a deusa sagrada das flores. Em tempos mais antigos, esse festival era dedicado a Plutão, o senhor romano do Submundo, correspondente do deus Hades da mitologia grega. O primeiro dia de maio era também aquele em que os antigos romanos queimavam olíbano e selo-de-salomão e penduravam guirlandas de flores diante de seus altares em honra aos espíritos guardiães que olhavam e protegiam suas famílias e suas casas.

No dia de Beltane o sol está astrologicamente no signo de Tauros, o Touro, que marca a “morte” do Inverno, o “nascimento” da Primavera e o começo da estação do plantio. Beltane inicia-se, acendendo-se, segundo a tradição, as fogueiras de Beltane ao nascer da lua na véspera de 1o de Maio para iluminar o caminho para o Verão. Realiza-se o ritual do Sabbat em honra à Deusa e ao Deus, seguido da celebração da Natureza, que consiste de banquetes, antigos jogos pagãos, leitura de poesias e canto de canções sagradas. São realizadas várias oferendas aos espíritos elementais, e os membros do Coven dançam de maneira muito alegre, no sentido destrógiro, em torno do Mastro (símbolo fálico da fertilidade). Eles também entrelaçam várias fitas coloridas e brilhantes para simbolizar a união do masculino com o feminino e para celebrar o grande poder fertilizador do Deus. A alegria e o divertimento costumam estender-se até as primeiras horas da manhã, e, ao amanhecer do dia 1o, o orvalho da manhã é coletado das flores e da grama para ser usado em poções místicas de boa sorte.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat Beltane são frutas vermelhas (como cerejas e morangos), saladas de ervas, ponche de vinho rosado ou tinto e bolos redondos de aveia ou cevada, conhecidos como bolos de Beltane. Na época dos antigos druidas, os bolos de Beltane eram divididos em porções iguais, retirados em lotes e consumidos como parte do rito do Sabbat. Antes da cerimômia, uma porção do bolo era escurecida com carvão, e o infeliz que a retirava era chamado de “bruxo de Beltane”, e tornava-se a vítima sacrificial a ser atirada na fogueira ardente.
Nas Terras Altas da Escócia, os bolos de Beltane são usados para adivinhação, sendo atirados pedaços deles na fogueira como oferenda aos espíritos e deidades protetores.
Feriado oposto a Samhaim, tanto em data, quanto em significado. O significado da palavra “Beltrane” é “fogo de Belenos”. É o Sabbat da fertilidade em que o Deus e a Deusa se casam. As fogueiras são acesas e os Postes de Maio levantados, é festa para ninguém botar defeito. Em Beltane se acendem duas fogueiras, pois é costume passar entre elas para se livrar de doenças e energias negativas. Se não houver espaço para as fogueiras, acenda duas velas ou tochas. Os Postes de Maio (poste enfeitado com fitas coloridas) também fazem parte da Tradição. Cada membro do Coven escolhe uma fita e em seguida, devem girar trançando a fita,como se estivessem tecendo o próprio destino, colocando-o sobre a proteção da deusa.Todas as bruxas sabem que JAMAIS DEVEM SE CASAR EM MAIO, pois este é o mês dedicado ao casamento do Deus e da Deusa.

É um bom temo para renovar esperanças e conseguir um amor.

Este foi um dos primeiros feriados a serem destituídos pela Igreja, pois os padres celibatários da época, consideravam estes festejos como pecado e ofensa ao “deus cristão”.
Ritual do Sabbat Beltane
O Sabbat Beltane dos Bruxos começa oficialmente ao nascer da lua da Véspera de 1o de Maio (lembrando não mudar a data por ter relação astrológicas e não somente as estações do ano), sendo tradicionalmente realizado no alto de uma montanha onde são acesas as imensas fogueiras de Beltane para iluminar o caminho para o verão e aumentar a fertilidade nos animais, nas sementes e nas casas. (Antigamente as grandes fogueiras da Irlanda, que simbolizavam o Deus Sol doador de vida, eram acesas com a centelha de uma pederneira ou pela fricção de duas varetas.)
Se você planeja festejar Beltane em ambiente fechado, deverá acender o fogo em um local apropriado. Certifique-se de colocar um galho ou ramo de sorveira sobre o fogo para reverenciar os espíritos guardiães de sua casa e sua família, trazendo boa sorte para a casa e mantendo afastados os fantasmas, duendes e fadas malévolos. Se você não tiver lugar apropriado, poderá acender 13 velas verdes-escuras para simbolizar a fogueira de Beltane
Vista-se com cores brilhantes (a não ser que prefira trabalhar sem roupa) e use muitas flores coloridas e de odor forte nos cabelos. Antes de vestir-se para a cerimônia, medite e banhe-se à luz de velas com ervas para limpar seu corpo e sua alma de quaisquer impurezas ou energias negativas.
Comece traçando um círculo de 3m de diâmetro e monte um altar no centro, voltado para o leste. No topo do altar, coloque duas estatuetas para representar a Deusa da Fertilidade e Seu consorte, o Deus Cornífero. Ao lado de cada uma delas, um incensório contendo olíbano e selo-de-salomão. No lado direito do altar, coloque um punhal consagrado e um cálice cheio de vinho. Acenda 13 velas verdes-escuras em torno do círculo.
Prepare uma coroa de flores do campo que florescem na Primavera, tais como margaridas, prímulas, primaveras ou malmequeres, e coloque-a no altar diante dos símbolos da Deusa e do Deus. Pode ser colocado um pequeno mastro decorado (com cerca de 1m de altura) à direita do altar, enfeitado com flores e fitas de cores brilhantes.
Ajoelhe-se diante do altar. Acenda as velas e o incenso. Feche os olhos, concentre-se na imagem divina da Deusa e do Deus, e diga:
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” Em hora à Deusa e ao Deus Cornifero,
Sob sua proteção,
Inicia-se agora este Ritual do Sabbat.”
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Abra os olhos. Pegue o punhal que está no altar, cumprimente com ele o leste, e diga:
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“OH, Deusa de todasas coisas selvagens e livres,
À ti eu consagro este círculo.”
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Segure o punhal em saudação na direção sul e diga:
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” Abençoada seja a Deusa,
Para ela eu canto esta prece de amor.
Ela tornaverde as florestas e os prados,
Oh Deusa da natureza, ela reina suprema.”
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Segure o seu punhal em saudação ao oeste, e diga:
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“Olíbano e Selo-de-Salomão,
Graças a ela que faz girar a Roda!”
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Segure o punhal e saúde o norte, dizendo:
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“Abençoado seja o Deus,
Para ele eu canto a prece do amor.
Deus Divino das Trevas,
Deus Divino da Luz,
Esta noite eu celebro seus Poderes Fertilizantes.”
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Coloque o punhal de volta no altar. Pegue a coroa de flores do campo e coloque-a no alto de sua cabeça. Quando esse ritual é realizado por um Coven, o costume é que o Alto Sacerdote a coloque sobre a cabeça da Alta Sacerdotiza. Ajoelhe-se diante do altar, olhando para as imagens das deidades pagãs da fertilidade. Abra os braços e diga:
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“Espíritos da Água e do Ar,
Eu peço que ouçam a minha prece:
Que o céu e o mar permaneçam limpos,
Que a Terra seja fértil e verde.
Espíritos do Fogo, espíritos da mãe Terra,
Que o sejamos abençoados com Paz e Alegria.”
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Pegue o cálice de vinho e levante-o com o braço esticado, e, enquanto derrama algumas gotas no chão, como libação à Deusa e ao Deus, feche os olhos e diga:
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“Queimem os Fogos Sagrados de Beltane,
Ilumine, o Caminho para o retorno do Sol.
As Trevas do inverno devem terminar,
A Grande Roda da Vida girou novamente.
Que Assim Seja!!! “
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Beba o resto do vinho do cálice e, então, coloque-o de volta no altar. Apague as velas, mas deixe que o incenso termine de queimar. O ritual está agora completo, devendo ser seguido de um banquete, de cantos e danças na direção do movimento do sol em torno da fogueira de Beltane ou do mastro decorado para simbolizar a união divina da Deusa com o Deus.

Nebulosas

NEBULOSAS DE REFLEXÃO


As nebulosas de reflexão são nuvens de poeira que simplesmente estão a reflectir a luz de uma ou mais estrelas vizinhas. Estas não são quentes o suficiente para provocar a ionização no gás da nebulosa como as nebulosas de emissão, mas são brilhantes o suficiente para tornarem o gás visível. Por isso, o espectro das nebulosas de reflexão é semelhante ao das estrelas que as iluminam. Por entre as partículas microscópicas responsáveis pela dispersão estão compostos de carbono (por exemplo, pó de diamante) e de outros elementos, em particular ferro e níquel. Estes últimos dois estão muitas vezes alinhados com o campo magnético e fazem com que a luz dispersa seja ligeiramente polarizada. A distinção entre estes dois tipos de nebulosas foi feita por Hubble em 1922.

São regularmente azuis devido à dispersão ser mais eficiente na luz azul que na vermelha (é o mesmo processo que dá a cor azul ao céu e os tons vermelhos do pôr-do-Sol).

As nebulosas de reflexão e as nebulosas de emissão são muitas vezes observadas juntas e são por vezes referidas como nebulosas difusas. Um exemplo disto é a Nebulosa de Orionte.

Conhecem-se cerca de 500 nebulosas de reflexão. Umas das mais famosas nebulosas de reflexão é a que rodeia as estrelas das Plêiades. Uma nebulosa de reflexão azul pode também ser vista na mesma área do céu que a Nebulosa da Trífida. A gigante estrela Antares, que é muito vermelha (classe espectral M1), é rodeada por uma grande nebulosa de reflexão vermelha.

As nebulosas de reflexão são muitas vezes locais de formação estelar.

Em 1922, Edwin Hubble publicou o resultado das suas investigações sobre as nebulosas. Uma parte do seu trabalho diz respeito à lei de luminosidade de Hubble para as nebulosas de reflexão que relacionam o tamanho angular (R) da nebulosas e a magnitude aparente (m) da estrela associada:

5 log (R)= -m+k
~> Onde k é uma constante que depende da sensibilidade da medição.
Esta sugestiva nebulosa de reflexão assemelha-se bastante à face de uma bruxa, não é?
IC 2118 está associada com a brilhante estrela Rigel na constelação de Orionte. Também conhecida como Nebulosa da Cabeça da Bruxa, brilha principalmente devido à luz reflectida de Rigel, situada para fora da imagem no canto superior direito. A fina poeira na nebulosa reflecte a luz. A cor azul não é provocada apenas pela cor azul de Rigel mas também devido aos grãos de poeira reflectirem com mais eficiência a cor azul do que a vermelha. Os mesmos processos físicos fazem com que o céu da Terra apareça azul, embora quem disperse a luz na atmosfera da Terra sejam as moléculas de nitrogénio e oxigénio. A nebulosa está localizada a 1,000 anos-luz de distância.

Crédito: Gary Stevens

Ostara


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A Páscoa nos rituais Celtas – Ostara
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Primeiro dia da primavera (Equinócio da Primavera).Em 2009, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 22/Set às 18h18min (Horário de Brasília).
Hemisfério Norte, ocorre nos dias 20 ou 21 de Março.
  • Sabbat para cultuar a deusa Oster

Ostara é o festival em homenagem á Deusa Oster, Senhora da Fertilidade, cujo símbolo é o coelho. Foi desse antigo festival que teve origem a Páscoa.

Nesse dia sagrado, os antigos acendiam fogueiras ao nascer do sol, tocavam sinos e decoravam ovos cozidos. Este antigo costume pagão associado á Deusa da fertilidade ainda é praticado por todos os adeptos desta cultura.

Por isso os ovos, símbolos de fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos eram lançados ao fogo como oferenda á Deusa.

Em certas partes do mundo pintavam–se os ovos com cores do equinócio da primavera, como de amarelo ou dourado (cores solares sagradas), utilizando-se para honrar ao Deus Sol.

Nos países de origem Celta, nesta época do ano, a Deusa Oster ou Eostre é lembrada e honrada com festivais que incluem flores, cores vivas, ovos e lebres.

As flores e as cores vivas representam a primavera; os ovos representam a possibilidade de uma nova vida; os rituais são feitos em homenagem à Mãe Natureza, que mais uma vez fertilizará seus campos e nutrirá os homens que vivem sobre o seu leito; e a lebre branca é o animal sagrado dedicado à Lua, que simboliza a fertilidade e a Deusa.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio da Primavera são os ovos cozidos, os bolos de mel, as primeiras frutas da estação em ponche de leite. Na Suécia, os “waffles” eram o prato tradicional da época.

Incensos: violeta africana, jasmim, rosa sálvia e morango.Cores das velas: dourada, verde, amarela.Pedras preciosas sagradas: ametista, água-marinha, hematita, jaspe vermelho.

Ervas ritualísticas tradicionais: bolota, quelidônia, cinco-folhas, crocus, narciso, corniso, lírio-da-páscoa, madressilva, íris, jasmim, rosa, morango, atanásia e violetas.

Oster

  • Ritual do Sabbat Ostara

Comece marcando um círculo de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Monte um altar no centro do círculo, voltado para o norte. Coloque uma vela da cor apropriada do Sabbat no centro do altar. à direita (leste), coloque um incensório com o incenso apropriado do Sabbat ou um turíbulo contendo pedaços de carvão aquecidos, sobre o qual a sálvia será queimada. à esquerda (oeste) da vela, coloque uma tigela com ovos cozidos decorados com runas, desenhos de fertilidade e outros símbolos mágicos.

Diante da vela (sul), coloque um punhal e uma espada cerimonial consagrados. Após salpicar um pouco de sal sobre o círculo para purificá-lo, pegue a espada cerimonial e trace o círculo em movimento destrógiro, começando no leste. Enquanto traça, diga:

“Abençoado seja este círculo do Sabbat sob o nome divino de Ostara, antiga Deusa da fertilidade e da Primavera, sob seu sagrado nome e sob a sua proteção este Ritual de Sabbat agora se inicia.”

Coloque a espada de volta no altar e, então, acenda a vela e o incenso. Pegue o punhal com a mão direita e ajoelhe-se diante do altar com a lâmina sobre o coração, dizendo:

” Abençoada seja a Deusa da fertilidade, Abencoado seja o seu Ritual da época da primavera. Abencoado seja o Rei-Deus Sol, Abencoado seja a sua Luz Sagrada.”

Coloque a lâmina da espada sobre a região do Terceiro Olho em sua testa e diga:

“O Sol cruzou o Equador Celeste, trazendo o Sole a Lua com a mesma duração de horas. Finalmente a Deusa do Equinócio Renasceu, a sua beleza dá vida às árvores e às flores. Abençoada seja a Divina Deusa das Matas. Ela é a criadora de todas as coisas vivas. ABençoado seja o Senhor das Matas. Eu canto esta canção para a Deusa e para o Deus. Despertem, despertem todos e ouçam a voz do chamado da Deusa. Abençoada seja nossa Mãe Terra, que ela seja preenchida com paz, magia e amor. A Deusa respira a vida. A Deusa dá a vida. A Deusa é a vida. Ela reina suprema. Que assim seja!”

Encerre o ritual apagando a vela e desfazendo o círculo com a espada cerimonial em movimento levógiro. Os ovos podem ser comidos como parte do banquete do Sabbat do Equinócio da Primavera, e jogam-se conchas numa fogueira ao ar livre ou enterram-nas no chão como oferenda à Mãe Terra.

“Porque a vida precisa de pausas…”Ostara” existe lembrando que podes renovar-te sempre…”

Feliz Páscoa!!!


Samael (Anjo ou Demônio, depende do ponto de vista)

Samael
Veneno de Deus

Segundo a etimologia, Samael significa Veneno (sam) de deus (el). Também é chamado de acusador, sedutor, deus-cego, destruidor. Samael é o anjo regente do planeta Marte segundo a cabala judaica. Na Cabala os 7 Anjos que estão diante do Trono de Deus (como mencionados no Apocalipse de São João) são representações dos Poderes Divinos. Tais poderes cósmicos podem ser polarizados tanto positiva quanto negativamente dentro do ser humano. A Polaridade negativa da energia cósmica de Samael é simbolizada por um anjo caído, cuja consorte é Lilith.

  • Tradições Judaicas e Cabalah

Nas tradições judaicas é identificado como o Anjo da Morte, o chefe do quinto céu e um dos sete regentes do mundo material servido por milhões de anjos. Conta-se que Samael tomou Lilith como sua esposa depois que esta foi repudiada por Adão. Segundo o Rabi Eliezer, ele foi o encarregado de tentar Eva. Após seduzí-la e copular com ela, engendrou Caim. Também é considerado o anjo que lutou com Jacó e o anjo que sustentou o braço de Abraão no momento do sacrifício de Isaque. Segundo a cabala é descrito como a “ira de Deus” e é considerado o quinto arcanjo do mundo de Briah. Foi o anjo guardião de Esaú e patrono do Império Romano. Samael está também relacionado a todos os anjos da prostituição e da fornicação tais como: Eisheth Zenunium, Naamah y Agrat bat Mahlat, etc. Samael corresponde a sefirot Hod, significando “o mentiroso”. Os demonios associados a ele são descritos como monstros amarelos com corpo de cachorro e cabeça de demonio. Hod também está associado ao racionalismo, ao intelectualismo e ao oculto. Assim sendo, Samael se converte no mentiroso, aquele que se utilizando de palavras inteligentes e racionais nega a existencia de Deus e de qualquer ser acima do EU.

  • Tradições Cristãs Gnósticas

Nas tradições cristãs de origem gnóstica (Evangélio Apócrifo de João) encontrado na Biblioteca de Nag Hamadi, Samael é o terceiro nome do demônio Demiurgo cujos outros nomes são: Yaldabaoth e Saclas. É neste contexto que o seu nome significa “deus-cego”. É retratado por uma serpente com rosto de leão e é filho do eon Sophia contra a qual se rebela. No livro entitulado “As Origens do Mundo” que faz parte da mesma biblioteca, Samael também é chamado de Ariael.

  • Tradições Cristãs Canônicas

Segundo as tradições cristãs canonicas, Samael era Lúcifer o Arcanjo que estava mais próximo de Deus. Ao querer usurpar o trono de Deus fazendo-se igual a ELE, reuniu um terço das milicias celestes e travou uma batalha com as hostes angélicas fiéis, sendo precipitado pelo arcanjo Miguel (cujo nome significa “Quem é como Deus?”) no inferno. Enquanto caia no tártaro, Miguel e o resto da milícia celeste bradaram: Samael! Samael! Samael!
Queda daquele que desejava ser como Deus, mas não passava de um um demônio.
Principe dos Demônios, líder dos anjos que foram expulsos do céu, chefe das forças d Sitra Achra e marido de Lilith. Samael tem pele escura e chifres. É identificado com Satã e a Inclinação para o mal, e é o principal acusador de Israel no céu, onde se opõe Miguel, o anjo guardião de Israel. Foi Samael quem enviou a serpente para seduzir Eva no jardim do Éden. Ele é ativo à noite e tenta os homens ao pecado. Quando pecam, eles aumentam o poder de Samael e permitem-lhe ganhar controle temporário sobre a Sechiná, trazendo calamidade ao mundo.
Para mantê-lo sobre controle, a Cabala recomenda que se ofereçam > certos rituais como suborno a Samael, assim como lhe eram oferecidos os bíblicos bodes expiatórios, lançados no deserto em Iom Kipur. Como ele simboliza tudo que é mau e impuro, seu mero nome, que significa “veneno de Deus”, é evitado, e a ele se refere eufemisticamente ou de forma abreviada. A tradição cabalística o associa ao Leviatã. No Shabat e nas festas ele não tem poder sobre o mundo.

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte;subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.”

(Isaías 14:12à14)

“Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos;todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles.E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos.”

(Apocalipse 12:7à9)

Lilith – A Lua Negra



Lilith

(לילית em hebraico) é conhecida como um demônio feminino da noite que originou na antiga Mesopotâmia. Lilith era associada ao vento e, pensava-se, por isso, que ela era portadora de mal-estares, doenças e mesmo da morte. Porém algumas vezes ela se utilizaria da água como uma espécie de portal para o seu mundo.A imagem de Lilith, sob o nome Lilitu, apareceu primeiramente representando uma categoria de demônios ou espíritos de ventos e tormentas na Suméria por volta de 3000 A.E.C. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.E.C.Talvez dada a sua longa associação à noite, surge sem quaisquer precedentes a denominação screech owl, ou seja, como coruja, na famosa tradução inglesa da bíblia, na Bíblia KJV ou King James Version. Alí está escrito, em Isaías 34:14 que … the screech owl also shall rest there. É preciso salientar, comparativamente, que na renomada versão em língua portuguesa da bíblia, isto é, na tradução de João Ferreira de Almeida, esta passagem relata que … os animais noturnos ali pousarão, não havendo menção da coruja[1], como é freqüentemente, muito embora erroneamente, citado no Brasil (tratando-se de um claro exemplo da forte influência da cultura anglo-saxã no mundo lusófono atual).
Lilith figura como um demônio da noite nas escrituras hebraicas (Talmud e Midrash). Lilith é também referida na Cabala como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem (Patai81:455f) ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira esposa de Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa, vindo a tornar-se a mãe dos demônios. De acordo com certas interpretações da criação humana em Gênesis, no Antigo Testamento, reconhecendo que havia sido criada por Deus com a mesma matéria prima, Lilith rebelou-se, recusou-se a ficar sempre em baixo durante as suas relações sexuais. Na modernidade, isso levou a popularização da noção de que Lilith foi a primeira mulher a rebelar-se contra o sistema patriarcal.
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Na Suméria e na Babilônia ela ao mesmo tempo que era cultuada era identificada com os demônios e espíritos malignos. Seu símbolo era a lua, pois assim como a lua ela seria uma deusa de fases boas e ruins. Alguns estudiosos assimilam ela a várias deusas da fertilidade, assim como deusas cruéis devido ao sincretismo com outras culturas. No fictício Livro de Nod, é também conhecida como Deusa da Lua, aquela que ensina Caim habilidades vampíricas, a que é tão antiga quanto o proprio Deus criador do céu e da terra.A imagem mais conhecida que temos dela é a imagem que nos foi dada pela cultura hebraica, uma vez que esse povo foi aprisionado e reduzido à servidão na Babilônia, onde Lilith era cultuada, é bem provável que viam Lilith como um símbolo de algo negativo. Vemos assim a transformação de Lilith no modelo hebraico de demônio. Assim surgiu as lendas vampíricas, Lilith tinha 100 filhos por dia, súcubus quando mulheres e íncubus quando homens, ou simplismente lilims. Eles se alimentavam da energia desprendida no ato sexual e de sangue humano. Também podiam manipular os sonhos humanos, seriam os geradores das poluções noturnas. Mas uma vez possuído por um súcubus dificilmente um homem saía com vida. Há certas particularidades interessantes nos ataques de Lilith, como o aberto esmagador sobre o peito, uma vingança por ter sido obrigada a ficar por baixo de Adão, e sua habilidade de cortar o pênis com a vagina segundo os relatos católicos medievais. Ao mesmo tempo que ela representa a liberdade sexual feminina, também representa a castração masculina.
Assim dizia Lilith:
‘‘Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual.’’

Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou que essa era a ordem natural, o domínio do homem sobre a mulher, dessa forma abandonou o Éden. Três anjos foram enviados em seu encalço, porém ela se recusou a voltar. Juntou-se aos anjos caídos onde se casou com Samael que tentou Eva ao passo que Lilith Tentou a Adão os fazendo cometer adultério. Desde então o homem foi expulso do paraíso e Lilith tentaria destruir a humanidade, filhos do adultério de Adão com Eva, pois mesmo abandonando seu marido ela não aceitava sua segunda mulher. Ela então perseguiria os homens, principalmente os adúlteros, crianças e recém casados para se vingar.
Após os hebreus terem deixado a Babilônia Lilith perdeu aos poucos sua representatividade e foi limada do velho testamento. Eva é criada no sexto dia, e depois da solidão de Adão ela é criada novamente, sendo a primeira criação referente na verdade a Lilith no Gênesis. No período medieval ela era ainda muito citada entre as superstições de camponeses, como deixar um amuleto com o nome dos 3 anjos que a perseguiram para fora do Éden, Sanvi, Sansavi e Samangelaf para que ela não o matasse, assim como acordar o marido que sorrisse durante o sono, pois ele estaria sendo seduzido por Lilith.

Muitos acreditam também que há uma relação entre Lilith e Inanna, deusa suméria da guerra e do prazer sexual.
Algumas vezes Lilith é associada com a deusa grega Hécate, “A mulher escarlate“, um demônio que guarda as portas do inferno montada em um enorme cão de três cabeças, Cérbero. Hécate, assim como Lilith, representa na cultura grega a vida noturna e a rebeldia da mulher sobre o homem.

Nos dois últimos séculos a imagem de Lilith começou a passar por uma remarcável transformação em certos círculos intelectuais seculares europeus, por exemplo, na literatura e nas artes, quando os românticos passaram a se ater mais a imagem sensual e sedutora de Lilith (ver a reprodução do quadro Lilith de John Collier, pintada em 1892), e aos seus atributos considerados impossíveis de serem obtidos, em um contraste radical à sua tradicional imagem demoníaca, noturna, devoradora de crianças, causadora pragas, depravação, homossexualidade e vampirismo (ver texto gnóstico na seção de links externos). Podendo ser citados também os nomes de Johann Wolfgang von Goethe, John Keats, Robert Browning, Dante Gabriel Rossetti, John Collier, etc…Lilith também é considerda um dos Arquid

emônios símbolo da vaidade.

O mito de Lilith pertence à tradição dos testem

unhos orais reunidos nos textos da sabedoria rabínica. Lilith é um arquétipo da tradição judaica, e não da tradição cristã. No Talmud (texto da sabedoria hebraica) ela é a primeira mulher de Adão e mostrava-se inconformada de ter de ficar su

bmissa a ele, que se mostrava inflexível em transgredir essa ordem patriarcal.Lilith é expulsa, se revolta e vai embora. Voa até o Mar Vermelho, onde habitam os demônios, e fica com as bestas e os animais que rastejam.Para muitos autores, como Sicutteri no livro “Lilith, a Lua Negra”, o mito forma parte dos grandes mistérios da Lua em relação à mulher. É a Lua ausente, são os três primeiros dias da Lua Nova, quando não existe claridade no céu, o mistério, o feminino identificado com a morte, o prazer dos sentidos, a transgressão do mundo patriarcal da lei e da norma, é o que deve ser banido, castigado e exilado.Lilith representa não um erotismo vulgar, mas uma grande força de transmutação, a possi

bilidade de se libertar e de dizer não as situações de abuso e de desrespeito.Cultivar Lilith revela o conhecimento de nosso lado sombrio, as dificuldades com os limites, o aprendizado para nos tornarmos seres adultos e autodeterminados. Lilith não é um arquétipo sombrio, ela é alegre, assume seu lado demoníaco.Lilith simboliza a sombra citada por Jung, que muitas preferimos evitar, mas que é imprescindível para a integração da nossa personalidade como forma de nos tornarmos adultos e assumirmos as escolhas pela nossa existência.No mapa natal de cada um de nós, Lilith ocupa o lugar da sedução, do carisma, o magnestimo, mas também é o lugar onde a pessoa pode se perder, se distanciar de suas referência, fazer escolhas perigosas, se envolver em situações difíceis.Não podemos esquecer que L

ilith desafia a ordem e paga um preço por isso. Segundo a astrologia, todos nós temos Lilith no nosso mapa e, de acordo com o lugar onde ela está, cabe a cada um aproveitar seu aspecto transformador e libertador ou ficar submetido ao seu lado perigoso, transgressor e muitas vezes autopunitivo.A segunda mulher de Adão foi Eva, moldada de acordo com o modelo patriarcal, submissa e cordata. Ambas, Lilith e Eva, são aspectos do feminino que todas as mulheres devem aprender a integrar. Não somos exclusivamen

te Lilith nem somente Eva.É bastante provável que a Lilith que aparece nos livros oficiais de Trevas seja aquela visão maligna dada pelos hebreus, mas eu prefiro diferente. No meu Mundo de Trevas, eu sempre considerei Lilith como uma deusa relativamente benevolente (não uma santa ), enquanto a verdadeira Rainha Succubus maligna seria Bitrettir

Oroboros

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“Ele é a serpente sagrada que morde a própria cauda para renascer… o poder que queima para libertar e purificar… está nas matas e nas cidades, na terra e no céu, dentro de nós e à nossa volta। Ele está em toda parte”.

A Bruxaria é uma crença pagã com práticas mágicas que incluem a magia natural, invocatória e ritual. Um Bruxo(a) trabalha com as forças arquetípicas, manipulando as energias ocultas que encontram-se no subconsciente. As bases da Bruxaria encontram-se na invocação e manipulação das forças energéticas presentes no inconsciente coletivo, que devem ser trabalhadas por meio da intuição e emoção. As energias divinas com as quais trabalhamos são as forças arquetípicas da psiquê humana. Um Bruxo(a) conhece, canaliza e utiliza corretamente esta energia. O objetivo da Bruxaria são: o auto-conhecimento, a harmonia com os ritmos do Sol e das Estações, a compreensão dos poderes da natureza e a busca de um novo equilíbrio do homem com o seu meio. Bruxo(a)s são pessoas das mais variadas idades, posição social e raça que têm em comum uma Religião voltada ao reencontro de um caminho espiritual harmônico com aTerra e com as manifestações da natureza. Um Bruxo(a) aprende paulatinamente à escutar a voz de seu interior. Sempre em harmonia com os Cosmos, aprende à utilizar os poderes mágicos das ervas, pedras, da Lua, do Sol e dos Quatro Elementos da natureza, pois é através destes conhecimentos que ele se sintoniza com seus Deuses. Os Bruxo(a)s são universalmente caracterizados pelo amor incondicional e pela reverência à natureza em todas as suas manifestações. “Tudo é bendito, pois tudo procede dos Deuses”. Os Bruxo(a)s não acreditam no dualismo de opostos absolutos do “bem contra o mal”. A Bruxaria ensina que tudo que existe têm o seu próprio lugar e funções e que devemos nos empenhar em harmonizar todas as coisas.

Serpente: Mitologia

Serpente: mitologia

A serpente é um antigo deus da sabedoria no Médio Oriente e na região do mar Egeu, sendo, intuitivamente, um símbolo telúrico. No Egito, Rá e Áton (“aquele que termina ou aperfeiçoa”) eram o mesmo deus. Áton o “oposto a Rá,” foi associado com os animais da terra, incluindo a serpente. Nehebkau (“aquele que se aproveita das almas”) era o deus da serpente que guardava a entrada do mundo subterrâneo. Se nos afastarmos mais, tanto em termos geográficos como culturais – por exemplo, até às ilhas Fiji, encontramos Ratu-mai-mbula, um deus-serpente que governa o mundo subterrâneo (e faz a energia vital fluir).No Louvre, existe um famoso vaso verde esteatite esculpido para o rei Gudea de Lagash (data aproximada entre 2200 a.C. e 2025 a.C.), dedicado por sua inscrição a Ningizzida, “senhor da árvore da verdade” que carrega um relevo das serpentes gêmeas em volta dos sacerdotes, exatamente como os caduceus de Hermes. Na mitologia Grega a serpente também aparece como símbolo da sabedoria, (símbolo da medicina) com Asclepio.Na distante extremidade ocidental do mundo da antiquidade, no jardim de Hespérides, uma outra serpente guardiã da árvore, Ladon, protege a fruta dourada.Entretanto sob uma outra árvore da Iluminação, está o Buda sentado em posição de meditação. Quando uma tempestade se levantou, o rei poderoso da serpente levantou-se acima de sua caverna subterrânea e envolveu o Buda em sete espirais por sete dias, para não interromper o seu estado de meditação.O Minoan ,grande divindade, pode manusear uma serpente em uma das mãos, talvez evocando seu papel como a fonte da sabedoria, melhor que seu papel como o senhor dos animais (Potnia theron), com um leopardo sob cada braço. Não por acaso mais tarde este infante Héracles, um herói limítrofe entre o velho e o mundo novo de Olympia, também manuseara duas serpentes que “o ameaçaram” em seu berço. Os gregos clássicos não perceberam que a ameaça era meramente a ameaça da sabedoria. Mas o gesto é o mesmo que aquele da divindade de Creta. A haste que Moisés carrega é uma serpente. Quando a joga para a terra, ao comando de Yahweh, ela toma a forma de serpente. Se a identidade não puder ainda estar desobstruída o bastante, quando Moisés segura a serpente, esta se transforma em uma haste uma vez mais.As serpentes são figuras proeminente em mitos gregos muito arcaicos: o mito-elemento de Laocoonte, a antiga Hidra de Lerna, que lutou com Hércules, a serpente do mais velho oráculo de Delfos, etc…A imagem da serpente como a incorporação da sabedoria transmitida por Sophia é um emblema usado pelo gnosticismo, especialmente aquelas seitas mais ortodoxas caracterizadas como “Ofídeas”, (“Homens Serpente”). A serpente ctónica é um dos animais associados com o culto de Mitras. O Basilisco, o famoso “rei das serpentes” com o bote da morte, foi atacado por uma serpente, Pliny e outros pensaram, do ovo ao adulto. Tais fantasias encheram o pensamento medieval.Na Mitologia nórdica, Jormungand, a serpente de Midgard, abraça o mundo no abismo do oceano. Na mitologia de Daomé, na África ocidental, a serpente que suporta tudo em suas muitas espirais é nomeada Dan. Vishnu é posta a dormir no yoga Nidra, flutuando nas águas cósmicas na serpente Shesha.Por a serpente tirar sua pele e sair do esconderijo da casca morta brilhante e fresca, ela é um símbolo universal da renovação, e a regeneração que pode conduzir para imortalidade.Na Epopeia de Gilgamesh (de origem suméria), Gilgamesh mergulha no fundo das águas para recuperar a planta da vida. Mas quando decide descansar do seu trabalho, aparece uma serpente que come a planta. A serpente torna-se imortal, e Gilgamesh fica destinado a morrer.Na Mitologia Yoruba, Oshumare é do mesmo modo uma serpente mítica regenerada serpente da visão. É também um símbolo da ressureição na Mitologia Maya, abastecendo alguns contextos culturais além do Atlântico favorecidos na pseudoarqueologia Maya.Gukumatz, a serpente emplumada é mais familiar sob seu nome Azteca,Quetzalcoatl.As Serpente do mar são criaturas gigantes cryptozoologia uma vez acreditou-se viverem na água, seriam monstros do mar tais como o Leviathan ou monstros do lago tais como o monstro do lago Ness. Se forem referidas como ” serpentes do mar”, foram entendidos para ser as atuais serpentes que vivem nas águas Indo-Pacíficas (família Hydrophiidae).

Serpente: Tanakh

A ‘serpente falante’ (nachash) no Jardim do Éden induziria conhecimento proibido, mas não é identificado com Satã no Livro do Génesis. Não há, contudo indicação no Génesis que a serpente era uma divindade em seu próprio direito, com exceção do fato que o Pentateuco não é de outra maneira abundante como animais falantes.A informação dada pela Serpente poderia ser proibida, e foram as suas palavras as primeiras mentiras relatadas na bíblia. “…certamente não morrereis…”.

“Agora a serpente era mais subtil do que qualquer animal do campo que o senhor Deus fêz, -Gênesis 3:1“.

A serpente é a manifesta personificação da desobediência e da provocação a Deus. Por este motivo foi sempre associada a uma representação das forças do mal. O porquê da utilização desta personificação na Bíblia pode dar-se ao facto de que o processo narrativo que levou à criação deste mito tenha origem em factos transmitidos através de gerações até ao egípcio Moisés autor deste episódio de Genesis.

Mateus exortou seus ouvintes:


“fossem vocês conseqüentemente sá
bios como serpentes.” (Mateus 10:16).

Embora tenha sido amaldiçoada por seu papel no Jardim, este não foi o fim da serpente, que continuou a ser venerada na religião popular de Judá e foi tolerada pela religião oficial até o tempo do rei Ezequias. Os editores do Livro dos Números – 700 A.C. forneceram aparentemente uma origem para um ídolo de bronze antigo da serpente que a justificasse associada a Moisés, com a seguinte narrativa:

” 21.6. E o Senhor enviou serpentes agressivas sobre as pessoas , e elas morderam as pessoas; e muitos israelitas morreram. 7. Então as pessoas vieram até Moisés , e disseram : Nós somos pecadores, por termos ido contra as leis do Senhor , e contra Ele , reze para o Senhor, peça para Ele levar as serpentes embora. E Moisés rezou para o povo. 8. E o Senhor disse a Moisés: Faça você uma serpente zangada, e coloque-a sobre um bastão;e deixe-a passar, pois todos que foram mordidos, quando ela olhar o bastão, viverão. 9.E Moisés fez uma serpente de metal,e colocou-a sobre um bastão, e deixou-a passar , e se a serpente tivesse mordido qualquer homem , quando ele olhasse a serpente de metal, ele viveria.”
Quando o jovem e reformado rei Ezequias veio ao trono de Judá no oitavo século:
“Ele removeu os mais altos palácios, e quebrou as imagens, e matou os seres rastejantes, e quebrou as serpentes de metal que Moisés havia feito; e naqueles dias as crianças de Israel acenderam incensos para ela; e ele chamou Nebushtan.”( Reis 18.4)

O complemento “-an” ao final significa que o ídolo possui duas serpentes sobre um bastão, as familiares serpentes entrelaçadas dos discípulos que sobreviveram no caudeceu de Hermes e os serviçais de Asclepias. A idéia de um ídolo serpente era abominável aos editores do “Dicionário Bíblico Ocidental”, 1897:conforme o verbete “Nehushtan”.

Serpente: Novo Testamento

A conexão da serpente com o Diabo é muito reforçada no Novo Testamento. Em “Mateus 23:33”, Jesus observa “Serpentes, gerações de víboras, como podemos escapar da dominação de Gehenna?” (“inferno” é normalmente a tradução para “Gehenna”). Contudo, a tradução mais correta para “Gehenna” não é inferno, e sim um local afastado onde se depositava o lixo produzido nas cidades. A serpente é usada como um símbolo voltado para o demônio, para o mal no Catolicismo e no Protestantismo, mas não em determinadas vertentes cristãs.

Serpente: símbolo

Embora seja usada como símbolo de regeneração e Imortalidade, a serpente, quando formando um anel com a cauda em sua boca, é também um claro símbolo da unidade em tudo e todos, a totalidade da existência. Veja: Anfisbena e Ouroboros.Serpentes envolviam os seguidores de Hermes(o caduceu, )e de Asclepius, onde uma única serpente envolvia o cedro. No caduceu de Hermes, as serpentes não eram simetricamente gêmeas, elas pareciam adversárias. As asas sobre o cedro são identificadas como asas mensageiras; Hermes o Mercúrio para os romanos , que era o mestre da diplomacia e retórica, de invenções e descobertas, protetor dos comerciantes e dos aliados e na visão dos mitologistas, dos ladrões.Na Antiguidade clássica, com avanço no estudo da alquimia, Mercúrio foi reconhecido como o protetor destas artes e outras informações ‘ocultas’ em geral, ” Herméticas”.Assim a Química e a medicina associaram o bastão de Hermes com os discípulos do curador Asclepius, que era envolvido por uma serpente; o bastâo de Mercúrio e o moderno símbolo médico, que podia simplesmente ser o bastão de Asclepius, tornou-se um bastão do comércio. o historiador de arte J. Friedlander, em O Bastão dourado da Medicina: A História do Símbolo caudeceu na Medicina(1992) coletou centenas de exemplares de caudeceus e bastões de Asclepius e descobriu que as associações profissionais eram mais relacionadas aos bastões de Asclepius , enquanto as organizaçõs comerciais na área médica eram mais relacionadas ao caudeceu.

Uma similar conversão de bastão para serpente foi experimentada por Moisés e mais tarde seu irmão Aarão:


E 0 Senhor lhe disse, O que você tem em suas mãos? E este respondeu, um bastão. E foi lhe dito para por o bastão no chão. O bastão estava no chão, e transformou-se em serpente; e Moisés cobriu-o antes. E o Senhor disse a M
oisés, Ponha a mão sobre ela e pegue-a pela ca uda. E ele pos a mão sobre ela e a pegou pela cauda, e ela transformou-se em um bastão em sua mão.(Êxodo 4:2-4)

Chakras


Cones do Poder
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Esta magia é para todos aqueles que precisam reestruturar as suas energias.Ela é apropriada, inclusive para quem está doente, pois ativa e reordena o fluxo do fluído vital entre os corpos fisico, mental, emocional e espiritual.É muito simples e deve ser feita durante duas semanas, preferentemente dias seguidos, mas se pular algun dia, o efeito é o mesmo, com a diferença de que o objetivo será atingido mais tarde.O benefício desta magia é inestimável, tanto para a saúde como para fortalecer a pessoa, levando-a a sentir-se segura de sí mesma, confiante, forte e poderosa.Recomendo especialmente, este simples ato mágico, e espero que aqueles que o façam, contem-me depois se não é assim como falei.

Para esta prática precisará apenas sete cones de cartolina das seguintes cores:

Violeta, para o topo da cabeça (Chakra Coronario)
Indigo, para a zona entre os olhos (Chakra Frontal)
Azul escuro, para a garganta (Chakra Laríngeo)
Verde para o meio do peito (Chakra do Cardiaco)
Amarelo,, para o a zona do umbigo (Chakra Umbilical)
Laranja
, para abaixo da zona do umbigo (Chakra Sacro)
Vermelho, para a zona púbica (Chakra Básico)

O melhor é fazer um circulo de 25 centímetros de diámetro, na cor correspondente, depois cortar uma quarta parte do circulo, e unir as laterais com cola.
Quando tiver todos os cones prontos, numa hora na qual possa fica tranquilo, sem que ninguem precise de sua atenção, deite-se de barriga para cima, confortavelmente, e coloque os cones nos lugares indicados no listado acima, cuidando a correspondencia com as cores.
Para usar o cone violeta, que deve ser colocado no topo da cabeça, o mais simples a fazer é deitar-se próximo da cabeceira da cama, de forma que fique apoiada a ponta do cone na cabeceira, e a base aberta na cabeça da pessoa.
Os outros colocam-se diretamente na zona requerida, sendo que o da garaganta fica apoiado no queixo e no pescoço, deixando assim, coberta a garaganta.
É ideal escutar algum tipo demúsica que lhe seja agradável, no ritmo que lhe aprouver, isso não afeta a ação dos cones na energia pessoal.
Ao contrário, quanto mais gostar da música que estiver ouvindo, mais rápidamente subirá seu nível energético.E isso é tudo o que tem que fazer, ficar com os cones, ouvindo suas músicas preferidas, por não menos de quinze minutos; mas não precisa ser mais do que isso.
Esta magia também cura a depressão, e doenças relacionadas com tisteza e angustia.Sinceramente espero que experimentem, mesmo quem não está doente, mas que precisa reativar a sua fortaleza e disfrutar do bem viver.

Chacras em Sanscrito


Muladhara – O primeiro chakra, situado na base da espinha dorsal, relaciona-se com o poder criador da energia sexual. Quando esse chakra está enfraquecido indica distúrbios da sexualidade ou disfunções endócrinas. Quando excessivamente energizado, indica excesso de hormônios, sexualidade exacerbada ou até mesmo a presença de um tumor no local.


Svadhisthana – O segundo chakra, também chamado esplênico ou do baço, é responsável pela energização geral do organismo, e por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir distribuem pelo corpo. Quando esse chakra é estimulado, propicia uma boa captação energética.



Manipura – O terceiro chakra, localiza-se na região do umbigo ou do plexo solar, e está relacionado com as emoções. Quando muito energizado, indica que a pessoa é voltada para as emoções e prazeres imediatos. Quando fraco sugere carência energética, baixo magnetismo, suscetibilidade emocional e a possibilidade de doenças crônicas.

Anahata – O quarto chakra situa-se na direção do coração. Relaciona-se principalmente com o timo e o coração. Sua energia corresponde ao amor e à devoção, como formas sutis e elevadas de emoção. Na tradição católica, este chakra é simbolizado pelo coração luminoso de Cristo. Quando ativado desenvolve todo o potencial para o amor altruísta. Quando enfraquecido indica a necessidade de se libertar do egoísmo e de cultivar maior dedicação ao próximo. No aspecto físico, também pode indicar doenças cardíacas.

Visuddha – O quinto chakra fica na frente da garganta e está ligado à tireóide. Relaciona-se com a capacidade de percepção mais sutil, com o entendimento e com a voz. Quando desenvolvido, de forma geral, indica força de caráter, grande capacidade mental e discernimento. Em caso contrário, pode indicar doenças tireoidianas e fraquezas de diversas funções físicas, psíquicas ou mentais.


Ajna O sexto chakra situa-se no ponto entre as sobrancelhas. Conhecido como “terceiro olho” na tradição hinduísta, está ligado à capacidade intuitiva e à percepção sutil. Quando bem desenvolvido, pode indicar um sensitivo de alto grau. Enfraquecido aponta para um certo primitivismo psico-mental ou, no aspecto físico, para tumoração craniana.


Sahasrara O sétimo é o mais importante dos chakras, situa-se no alto da cabeça e relaciona-se com o padrão energético global da pessoa. Conhecido como chakra da coroa, é representado na tradição indiana por uma flor-de-lótus de mil pétalas na cor violeta. Através dele recebemos a luz divina. A tradição de coroar os reis fundamenta-se no princípio da estimulação deste chakra, de modo a dinamizar a capacidade espiritual e a consciência superior do ser humano.